Médica Residente do Hospital Ibiapaba CEBAMS apresenta trabalhos em um dos maiores congressos de anestesiologia da América Latina

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Entre os dias 23 e 26 de abril, o Congresso Paulista de Anestesiologia (COPA), considerado um dos maiores eventos da área na América Latina, reuniu especialistas e residentes para discutir avanços e práticas na anestesiologia. Representando o Hospital Ibiapaba CEBAMS, a médica residente Yasmim de França participou do congresso, sendo acompanhada pelo anestesiologista Dr. Maurício Neto, apresentando dois relatos de caso.

Os trabalhos levados ao evento abordaram temas relevantes para a prática clínica: “Raquianestesia contínua em paciente submetido à jejunostomia” e “Massa mediastinal oculta e colapso de vias aéreas superiores pós-artroplastia de quadril”.

Para Yasmim, a experiência teve impacto significativo em sua formação. “Pra gente que é residente, participar de um evento desse tamanho igual foi o COPA é uma experiência muito grande pro nosso profissional. A gente tem contato com o que tem de mais atual na anestesia, faz networking, conhece pessoas de outros lugares, outras instituições, e vê o que está sendo discutido de mais atual”, afirmou.

Segundo ela, o congresso também permite avaliar a qualidade da formação recebida. “A gente vê que a nossa formação está de acordo com o que é preconizado pela Sociedade Brasileira de Anestesia”.

Os casos apresentados, de acordo com a residente, reforçam a importância da avaliação pré-anestésica individualizada. “Eu não minto quando o paciente pergunta se a anestesia tem risco. Todo procedimento tem risco. Atravessar a rua tem risco. Mas a ideia da avaliação pré-anestésica é justamente diminuir esses riscos e se preparar para o procedimento”, explicou.

Yasmim destacou ainda que cada paciente exige uma abordagem específica. “Nenhum paciente é igual ao outro e nenhuma anestesia deveria ser igual para todo mundo. Cada anestesia tem que ser de acordo com as condições do paciente”, declarou.

Dr. Maurício Neto ressaltou o papel da residência médica na formação profissional, combinando prática intensa com fundamentação teórica. “A residência médica é uma pós-graduação com grande carga prática, mas também envolve programações teóricas obrigatórias, como pesquisas, discussões e aulas. Isso é fundamental para manter o residente atualizado e incentivar o desenvolvimento científico”, afirmou.

Ele também destacou a diversidade e o volume de atendimentos do programa de anestesiologia no Hospital Ibiapaba CEBAMS. “São cerca de 400 a 500 atos anestésicos realizados por mês, desde procedimentos mais simples, como sedação para exames, até cirurgias complexas, como cardíacas e oncológicas”, explicou.

Segundo o médico, essa variedade proporciona ao residente contato com diferentes técnicas e especialidades. “Isso garante uma autonomia e experiência muito boas, preparando o profissional para o mercado de trabalho”, pontuou.

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